quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Será que voltaremos?
terça-feira, 26 de julho de 2011
1 criança morre a cada 15 minutos
Uma catástrofe natural está matando milhares de pessoas na África. A seca que castiga o leste da Áfricas está matando uma criança a cada 15 minutos.
A Somália é o país mais afetado e milhares de refugiados tem emigrado pelo deserto para os campos de ajuda humanitária no Kenia.
Infelizmente, esses refúgios não estão dando conta de atendar a tanta procura e pedem ajuda urgentemente.
Os países desenvolvidos se prontificaram a ajudar, mas o dinheiro não chega, e enquanto não chega mais uma criança morre.
Se você assim como eu se sensibiliza com o sofrimento de tantas crianças inocentes e não sabe como ajudar, ou mesmo tem medo que a sua ajuda caia em mãos oportunistas a ONU, por meio da sua agência de ajuda para refugiados tem um site para receber doações.
Clique aqui para acessar o site da UNHCR
É rápido, fácil e seguro, basta ter um cartão de crédito, as doações podem ser programadas para serem feitas mensalmente ou individual.
Não importa o valor, por menor que seja a quantia é uma ajuda válida.
terça-feira, 17 de maio de 2011
O Elinga volta a se agitar...

A Mano a Mano Produções tem a honra de convidá-la (lo) a inaguração da ExposiçãoMAMÁFRICA do artista (mangop)Marco Kabenda a ter lugar no Centro Cultural Elinga, sexta-feira dia 19 de Maio às 22h30.
Esta exposição que tem como objectivo saudar o 25 de Maio, Dia de África, conta com o patrocínio do Colecionador Nuno Pimentel e ainda com os apoios da Associação Elinga Teatro, Print Lab, Atlafina e do Movimento>>X.
O pintor vai exibir nesta exposição 12 telas, sob a tecnica de impressão (serigrafia).
terça-feira, 5 de abril de 2011
Sabado teve reunião de condomínio em SP
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Estariam ascendendo um estopim?
Um site que eu não vou mencionar, pq não faço apologia ao crime, convoca os angolanos a irem a rua com data e hora marcados. O governos já deixou claro em comunicado em rádio e tv que se isso acontecer eles tomaram as medidas necessários amparados na lei e na constituição.
O alto comando alertou que, nestas circunstâncias podem ser tomadas medidas sérias, porque o poder não pode estar nas ruas.
Enquanto isso, o boato se espalha pela internet com textos que deixam claro que quem escreveu não é angolano e com certeza nunca esteve numa guerra e tão pouco corre o risco de ter o seu precioso sangue derramado pelas ruas.
Angola tem sim seus problemas, mas só quem não está aqui pode querer colocar o povo na rua contra o exército mais bem armado de toda a África.
Uma democracia se constrói na urna. E é lá que o povo vai dizer se aprova ou desaprova o que o governo faz. As últimas eleições foram em 2008 e as próximas serão em 2012, não faz o menor sentido colocar vidas em risco, fazer o povo sofrer mais do que já sofreu em 30 anos de guerra e ainda continua sofrendo.
Rezo para que o povo não caia nessa armadilha e que continue lutando de forma democrática para melhorar essa terra tão linda.
Xica da Silva
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Por onde começaríamos a visita?
Angola prevê maior movimentação de turistas em 2011
Luanda – De acordo com o Ministério do Planeamento angolano, o país vai registar em 2011 um movimento de 479 345 turistas.
Os números constam do relatório do Ministério do Planeamento sobre o Plano Nacional 2011-2012, apresentado esta semana no Seminário Nacional sobre Sistema de Planeamento, Sistema Estatístico Nacional e Orçamento Geral do Estado (OGE).
O relatório avança que para este ano está previsto um incremento de 82 mil visitantes, ou seja, em 2010 visitaram Angola 397 904 turistas, já em 2009 o número de visitantes foi 365 784 e em 2008 ainda menos, 294 258 turistas.
África surge na quarta posição, com 48 127 visitantes, quando se compara o número de turistas nos vários continentes. Em primeiro lugar surge a Europa e à frente do continente africano estão ainda a América e a Ásia.
O Executivo angolano prevê criar, para o ano em curso, um plano estratégico de marketing e promoção para o turismo, que visa a divulgação das potencialidades turísticas que do país.
(c) PNN Portuguese News Network
Comentário do X: Tem coisas neste texto que não dá para não comentar:
1) como chegam a esse número: 479 345? E se for 344 ou 346?
2) A sério que este número todo de pessoas foram fazer turismo? Ficaram em que hotel? Andaram em que táxi? Comeram em que restaurante?
3) Definitivamente, não nos acostumamos, do lado de cá, com a palavra "planeamento".
sábado, 22 de janeiro de 2011
Por pouco, Angola não deixou de falar português
JOSÉ SARNEY
Língua e ferrovia
Quando, em 1988, visitei Angola e conversei bastante com o presidente José Eduardo dos Santos, a guerra civil estava num dos seus piores momentos. Falamos, sobretudo, sobre o modelo atrasado e retrógrado da administração portuguesa. O presidente angolano pensava em fortificar e desenvolver as línguas tribais com o objetivo de extirpar o português. Fi-lo ver que a nossa experiência fora diferente. Aqui o português matou os dialetos, sobrepôs-se ao nheengatu, a língua geral, e serviu para consolidar a unidade nacional.
Assim, dizia eu ao presidente angolano, se os portugueses pouco deixaram em Angola, deixaram a língua, que a nova nação deveria utilizar para tirar todos os proveitos políticos, a unidade nacional e como instrumento para a educação e inserção no mundo com seus 400 milhões de falantes de português.
Helmut Schmidt dizia-me, há alguns anos, que o grande país que ia surgir na Ásia era a Índia, e não a China. Os ingleses tinham deixado na Índia o inglês, língua universal, e os chineses teriam que vencer a barreira da língua, com a dificuldade adicional dos ideogramas. A Índia tinha essa vantagem competitiva, que já pesava com os milhões de indianos falando inglês e ensinando em todo o mundo e com empregos disponíveis e facilitados em todo lugar.
O exemplo maior eram os "call centers", montados na Índia com preços baixíssimos e dominando os mercados, à frente o americano.
Aventurei-me a acrescentar outra dívida com os ingleses, a rede ferroviária gigantesca que eles, colonizadores, implantaram no vasto território indiano e que até hoje é a base de circulação da riqueza na região. A Índia tem hoje 81 mil quilômetros de ferrovias. Tinham eles à sua disposição o pioneirismo inglês dos caminhos de ferro, a fabricação de toda a linha técnica, desde a locomotiva, passando pelos trilhos, até a porca inglesa que aprisionava os usuários para sempre na conservação e na expansão das linhas.
O Brasil, inacreditável barreira na circulação da produção nacional, tinha 40 mil quilômetros há 40 anos e em vez de crescermos, regredimos para 29 mil. E, quando eu quis fazer a ferrovia Norte-Sul, foi uma reação brutal, principalmente dos setores paulistas, usufrutuários do modelo rodoviário que é o maior responsável pela poluição. Esse é um grande desafio.
Tivemos três presidentes com preocupação ferroviária. Eu, modéstia à parte, Geisel (ferrovia do Aço) e Lula. Dilma tem esse desafio pela frente na construção da estrutura e, ao que tudo indica, será uma presidente ferroviária. Afinal, independentemente da língua, as ferrovias são essenciais. Foi o trem o transporte do passado e será o do futuro.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Feliz Ano Novo aos leitores da Casa de Luanda
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Exposição fotográfica tás a ver? convida a uma viagem pela África
Mostra organizada pelo coletivo multimídia tás a ver? será
inaugurada no dia 16/11 na galeria Matilha Cultural
Qual a primeira coisa que vem à sua cabeça quando se fala em África?
A exposição tás a ver?, que será inaugurada no dia 16/11 na Galeria Matilha Cultural, traz fotografias do continente africano que vão além dos estereótipos comumente associados à África, revelando também seu lado urbano e contemporâneo. “A ideia é abrir um espaço para uma nova imaginação sobre a África atual”, diz Juliana Borges, uma dos sete integrantes do coletivo.
As fotografias são recortes de realidades distintas e contrastantes captadas pelas lentes de sete profissionais integrantes do coletivo multimídia tás a ver?, que viveram e viajaram por mais de 18 diferentes países africanos. “Uma grande curiosidade e paixão pelo continente africano nos une e, nesta exposição, queremos dividir o que vimos e sentimos: uma África contemporânea, atual, vibrante, que mistura o tradicional e o moderno”, diz Roberta Lotti, jornalista e integrante do coletivo. A curadoria do material é assinada pelos cenógrafos Pedro Vieira e Claudia Afonso, especialistas em montagens de exposições.
Logo na entrada da galeria o visitante se depara com uma instalação de áudio com sons captados em algumas grandes cidades africanas: carros, lotações, conversas, músicas e vendedores ambulantes anunciando seus produtos. Divididas em cinco núcleos, cerca de 40 fotografias estarão expostas em móbiles com espelhos a partir de fios que saem de um grande mapa africano desenhado numa das paredes. Entre as imagens, o visitante poderá ver ruas, outdoors, mercados, estradas, retratos e texturas de mais de oito países diferentes do continente.
A exposição – a primeira de uma série de três – será inaugurada com um coquetel no dia 16/11, a partir das 19h. Com o patrocínio daMandalah, empresa de inovação consciente, a mostra convida os visitantes para uma viagem que permite integrar o que eles tradicionalmente já conhecem do continente a novas referências visuais.
Sobre o coletivo tás a ver?
O tás a ver? é um coletivo multimídia que desenvolve projetos em educação, arte e cultura para ampliar o diálogo e estreitar as relações entre o Brasil e países africanos. Foi criado em janeiro de 2010 por sete profissionais das áreas de comunicação e artes. Todos moraram em países africanos – como Angola, África do Sul, Moçambique, Mali e Etiópia – e voltaram com vontade de aproximar os dois lados do Atlântico. Entre os projetos em execução estão o documentário Luanda Geografias Emocionais, sobre a capital angolana e Manos, um livro com textos de jovens escritores brasileiros e moçambicanos.
Algumas das premissas do tás a ver?
buscar canais de troca humana, transcendendo a produção de bens culturais ou de comunicação;
ampliar os canais de comunicação entre empresas, governos e organizações sociais do Brasil e de países africanos;
mostrar aspectos contemporâneos dos países africanos que desconstroem os estereótipos associados à África;
reforçar a ideia de que a África é um continente diversificado, formado por 54 países;
estabelecer de fato uma relação de intercâmbio entre brasileiros e africanos;
criar conteúdos que possam ser disseminados livremente (CC).
Sobre a Matilha Cultural
A Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. A Matilha integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas sócio-ambientais do Brasil e do mundo.
Serviço
EXPO fotográfica tás a ver?
16 a 27 de novembro de 2010
Galeria Matilha Cultural
R. Rego Freitas, 542 - próximo à estação República do metrô, tel. (11) 3256-2636
matilhacultural.com.br
de terça a domingo, das 12h às 20h – o horário de funcionamento da casa pode variar conforme a programação.
entrada gratuita
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Retornei à Angola hoje à noite - e morri de saudades, como num fado rasgado...

Depois de praticamente um mês de negociações, idas e vindas de amigas à Lisboa, encontros e desencontros, caiu-me hoje às mãos o livro Aerograma, de Afonso Loureiro.
O livro pode ser adquirido através da loja virtual do Aerograma (http://aerograma.net/livro), ou nas seguintes livrarias:
- Livraria Nazaré e Filho, na Praça do Giraldo, 46 – Évora - Livraria Apolo 70, Centro Comercial Apolo 70 – Lisboa - Livraria Diário de Notícias, Praça D. Pedro IV, 11 – Lisboa - Livraria Oficina do Livro, Praça D. Pedro IV, 23 – Lisboa - Livraria Portugal, Rua do Carmo, 70 – Lisboa - Livraria Círculo das Letras, Rua Augusto Gil, 15B – Lisboa - Livraria Barata, Av. de Roma, 11A – Lisboa - Natureoffice, Av. 5 de Outubro, 12E – Lisboa
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O Brasil elege a primeira presidenta da sua história
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Ah, como eu queria ter uma bola de cristal agora
Vai ser muito bom para relembrar das coisas de Luanda, apesar de eu ter lido todos os posts, um a um, e o livro trazer lá uma ou outra novidade. Mas vamos lá. Tudo isso é para dizer do meu desejo de ter um portal de teletransporte ou uma bola de cristal e aparecer, de súbito, em Luanda, e ver o que mudou nestes quase dois anos em que parti.
Os leitores que quiserem me ajudar, podiam responder nos comentários:
1) Como está a noite da Ilha de Luanda?
2) Já houve a gala da revista Chocolate este ano?
3) O trânsito na rua Rey Katyavala ainda é muito caótico?
4) Os ônibus finalmente começaram a circular em Luanda?
5) Sónia Boutique ainda anuncia na TV, sempre que há coleções novas nas lojas?
6) Os vôos da Taag para o Rio de Janeiro ainda são muito divertidos?
7) O Elinga teatro e o Palos ainda bombam, com as baladas mais incríveis de Luanda?
8) As catorzinhas ainda pedem saldo como prova de amor?
9) Ainda existe o programa Nu Feminino, um momento de relax, na RNA?
10) A Coluna Gente, do Jornal de Angola, ainda cobre as festas e buxixos da sociedade com notas fantásticas também sobre artistas brasileiros?
11) Os brasileiros mais emperdernidos ainda vivem pros lados do Futungo de Belas?
12) As praias da moda ainda são as do Mussulo?
13) As festas de aniversário ainda começam na sexta e vão até domingo, nos buffets da Maianga?
14) Quais são as músicas da moda? A nosso memória lembra de "A Outra" e "Gnaxi".
15) Como estarão aquelas torres todas que subiam em 2008? As gruas ainda dominam a paisagem para os lados do Miramar?
16) E eleições, quando teremos em Angola?
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Baleias
Que elas passeiam por essas bandas não resta dúvidas, mas dai a dizer que é um fenômeno corriqueiro da paisagem da cidade existe uma enorme diferença.
Algumas fotos foram espalhadas, tiradas do Chicala, como se fosse assim, fácil, fácil dar de cara com as piruetas de uma baleia em meio ao caos do trânsito quando se volta do trabalho...
Mas agora a verdade vem a tona. Sim as baleias estavam no Chicala, mas não estavam assim tão perto e tão pouco foram vistas por todos. Apenas um pequeno grupo privilegiados que passeavam em seu barquinho pode apreciar o belo espetáculo.
Quem quiser ver as fotos publicadas no blog do Angola Bela é só clicar aqui..
Eu continuo procurando quem viu assim de tão pertinho as rainhas do mar.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Conversas nossas
sábado, 9 de outubro de 2010
O mundo
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Site sobre cultura africana lançado na Bienal de SP
Buala.org reúne artigos sobre literatura, música e artes visuais
SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO
De olho na mais nova geração de artistas africanos, um site que será lançado hoje na Bienal de São Paulo tenta mapear a produção cada vez mais forte dessa região.
Batizado de Buala, termo no dialeto quimbundo que significa casa ou aldeia, o novo portal deve cobrir todos os tipos de manifestação cultural na África, de literatura e música às artes, com foco em países de língua portuguesa.
"Existe uma nova geração de artistas que nasceu no pós-independência e começou a criar um discurso próprio", diz a portuguesa Marta Lança, editora do Buala.org. "Estão mais conscientes de seu lugar no mundo, buscando uma nova africanidade."
Já de pé, em fase de testes desde maio, o site registra por volta de 10 mil acessos por mês e tem cerca de 50 colaboradores espalhados pelo mundo, em especial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Brasil.
Para além da esfera lusófona, também há colaboradores no norte africano, no Senegal e na África do Sul.
"Para nós, interessa a situação atual, aquilo que é produzido hoje nesses países", diz Lança. "Não é uma África cristalizada no tempo. Interessam as grandes transformações das metrópoles."
Toda a reformulação urbanística de Luanda, por exemplo, é assunto para um amplo ensaio publicado no site.
Também há contribuições de escritores angolanos como Mia Couto e José Eduardo Agualusa, além da cobertura de fenômenos da cultura pop, como o estilo kuduro.
"É criar esse canal de informação entre o continente e a diáspora, usar a cultura digital para conhecer o continente", diz Lança. "Muitos dos próprios africanos não têm acesso ao discurso que está sendo produzido sobre eles."




