segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Estariam ascendendo um estopim?
Um site que eu não vou mencionar, pq não faço apologia ao crime, convoca os angolanos a irem a rua com data e hora marcados. O governos já deixou claro em comunicado em rádio e tv que se isso acontecer eles tomaram as medidas necessários amparados na lei e na constituição.
O alto comando alertou que, nestas circunstâncias podem ser tomadas medidas sérias, porque o poder não pode estar nas ruas.
Enquanto isso, o boato se espalha pela internet com textos que deixam claro que quem escreveu não é angolano e com certeza nunca esteve numa guerra e tão pouco corre o risco de ter o seu precioso sangue derramado pelas ruas.
Angola tem sim seus problemas, mas só quem não está aqui pode querer colocar o povo na rua contra o exército mais bem armado de toda a África.
Uma democracia se constrói na urna. E é lá que o povo vai dizer se aprova ou desaprova o que o governo faz. As últimas eleições foram em 2008 e as próximas serão em 2012, não faz o menor sentido colocar vidas em risco, fazer o povo sofrer mais do que já sofreu em 30 anos de guerra e ainda continua sofrendo.
Rezo para que o povo não caia nessa armadilha e que continue lutando de forma democrática para melhorar essa terra tão linda.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Mais uma Ponte entre Brasil e Angola

Quem tem saudade de Angola põe o dedo aqui, que já vai fe-fe-fe-char!
Então, como vcs sabem, eu morro de saudade daquele lugar maluco e, desde que voltei, estou convencida de que há muito para falar e fazer para estreitar as relações entre o Brasil e alguns países africanos.
Aí, comecei a juntar outras pessoas que também têm essa mesma convicção e, juntos, criamos o tás a ver?, um coletivo multimídia que cria e executa projetos que estreitam os laços entre o Brasil e países africanos. O Filete, inclusive, entrou nessa minha maluquice e, mesmo estando na FSP, tb anda presente por aqui.
Acabamos de lançar nosso novo site, que ta super lindo e super cheio de coisas legais. Esse será um site-blog, em que postaremos referências que achamos bacanas. Gostaria mto que vcs entrassem, virassem leitores, mandasem suas contribuições sempre que tiverem vontade e se engajassem nos projetos que vcs tenham vontade! E é sério: quem tiver vontade de criar algum projeto, de desenvolver algum trabalho, de dar pitaco, as portas estão sempre abertas e eu to sempre disposta a conversar!
Bem na home tem o link pra assistir ao teaser do documentário.
E tb tem o link pra assistir um vídeo de 15 minutos que eu produzi em Salvador, junto com a galera que vai filmar comigo, sobre o lançamento da exposição Luanda Suave e Frenética.
Estamos juntos!
beijos,
Juliana Borges
www.tasaver.org
sábado, 26 de junho de 2010
Samuel ou, o Anselmo Ralph do Cazenga
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Eu, descrente me confesso
quarta-feira, 26 de maio de 2010
25 de maio: Dia da África
Com direito a show ao vivo de Dodó Miranda, Banda Contrastes e Gabriel Thila, venda de roupas africanas e comidas típicas de países como Moçambique, Cabo Verde, Nigéria e RDC.
Nem preciso dizer que foi bwé de bonito essa festa, né???
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Petróleo, diamantes e musseques
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O Kuduro eletrônico dominará o mundo
E não se dançou outro ritmo nos festivais de verão europeus, principalmente os realizados nos arredores de Lisboa, encerrados na semana passada, que não o Kuduro Progressivo do Buraca Som Sistema.
Trata-se de uma versão turbinada, mais sintética e de batida eletrônica mais forte ainda em relação à do Kuduro que conhecemos, nos apaixonamos e tentamos dançar em Luanda no ano passado - se bem que só o Candongueiro aprendeu.
No máximo, os brazukas e tugas encostam os joelhos uns nos outros, e só. No Chill Out e no Palos (se tiver reaberto), deve tá a cuiar... Na Gala da Chocolate já tocou no ano passado.
É uma força assombrosa o impacto desse ritmo nos ouvidos de quem não está acostumado, à primeira "oiçada". Simplesmente lisérgico, até. Portugal inteira cabulou e no ano que vem, no verão, certamente será a vez de todo o Brasil. Um carnaval do Kuduro, não haverá trocadilho melhor para a tv brasileira divulgar.
Saí pesquisando alguma coisa sobre o Buraka Som Sistema, cujo vídeo mandado pelo Candongueiro, publicado acima, é uma apresentação do grupo ocorrida na Tuga. Observem a catarse do público.
O Buraka Som Sistema nasceu na freguesia da Buraca, em Amadora, nos arredores de Lisboa, e o conceito de Sound System, como sabemos (ou os que lembram vagamente...), é oriundo da Jamaica. Os seus membros são Lil'John, Riot e Conductor. Têm como colaborador frequente Kalaf. Estilosos totallies.
O primeiro sucesso foi a música "Yah!", em 2006, com a participação de Petty, Kalaf e Bruno Silva (Crushing Sun), seguindo-se novo sucesso com "Wawaba".
Em 2008, os Buraka Som Sistema lançaram a canção Sound of Kuduro. Esta conta com a participação de M.I.A, DJ Znobia, Saborosa e Puto Prata, sendo este o primeiro single do álbum Black Diamond, lançado no verão de 2008 e agora estourado. Saudades dos cartazes pregados pelas ruas, anunciando as festas, geralmente no Cine Atlântico...
Se a sua conexão em Luanda ou em qualquer outro lugar é lenta, deixe o video acima baixar inteiro primeiro, afaste as poltronas, aumento o volume ao máximo e “wegue wegue”….e nem confiança para quem não entender o que eles estão cantando...
terça-feira, 21 de julho de 2009
35 páginas sobre a economia de Angola

A revista País Económico - que eu sempre comprava ali na Africana, uma livraria vizinha ao Três em Um, café charmosinho na rua António Barroso, na Maianga - publicou na edição de julho um dossiê de 35 páginas sobre a economia angolana.
Tem pano para todas as mangas: banca, construção, automóveis, empresariado, transportes e acessibilidade, energia e indústria.
Leitura obrigatória para o grupo de amigos datilógrafos transformados em economistas de um dia para a noite no ano passado, de acuerdo?
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Tudo ao pormenor sobre a Gala da Beneficência
Danilo dos Santos, Grazi Massafera, Cauã Reymond, Joseana dos Santos e a primeira-dama Ana Paula dos Santos
O próximo ‘Revista África’ levará aos assinantes da TV Globo Internacional todos os detalhes da 3ª edição da Gala Internacional de Beneficência, realizada no ultimo dia 19, em Luanda. A equipe do programa esteve presente e fez a cobertura completa do jantar anual, organizado pelo Fundo de Solidariedade Social LWINI, com o objetivo de arrecadar fundos para ações de apoio às vítimas de minas terrestres.
Durante a festa, o ‘Revista África’ conversou com os atores da Rede Globo Grazi Massafera e Cauã Reymond, padrinhos do evento. O casal, que esteve pela primeira vez no continente africano, destacou a importância de participar de iniciativas em prol de questões humanitárias e aproveitou para agradecer o carinho recebido do povo angolano.
O programa deste sábado terá também uma entrevista com o secretário executivo do Fundo de Solidariedade Social LWINI, Alfredo Ferreira. O executivo falou sobre a criação da entidade, presidida pela primeira-dama angolana, Ana Paula dos Santos, e detalhou as quatro áreas de atuação da organização: educação, saúde, formação profissional e incentivo ao retorno das vítimas às suas regiões de origem.
A TV Globo Internacional exibe o ‘Revista África’ aos assinantes da Europa, África e Oriente Médio todos os sábados, logo após o ‘Jornal Hoje’.
Comentário do datilógrafo: no Brasil, a Grazi é deslumbrante mas, ao lado das deusas de ébano angolanas, sinceramente, não passaria em nenhum casting se eu fosse o diretor da novela.
sábado, 14 de março de 2009
Bento 16 chega em Angola

Joseph Ratzinger aterra em Luanda em duas semanas: "me-da"!
O Papa Bento XVI visitará Angola entre os dias 20 e 23 deste mês. Os quatro dias marcarão a primeira visita do chefe da igreja católica ao país, que este ano comemora 500 anos de evangelização. A TV Globo Internacional transmitirá a missa que o religioso celebrará na Esplanada de Cimangola, em Luanda, no dia 22. A cerimônia será exibida para Europa, África e Oriente Médio, a partir das 10h (horário de Luanda).
A transmissão terá os comentários do padre angolano Bantú Mendonça e de Fábbio Perez, responsável há anos pela narração no Brasil da tradicional Missa do Galo, realizada anualmente pelo Papa durante o Natal, em Roma, na Basílica de Santa Maria Maior. A jornalista Ilze Scamparini também levará, ao vivo, todos os detalhes para os assinantes do canal e aos telespectadores brasileiros através dos telejornais da TV Globo.
Durante sua passagem em Angola, a agenda de Bento XVI prevê ainda: cerimônia de boas-vindas no aeroporto internacional 4 de Fevereiro; visita ao presidente da República, José Eduardo dos Santos, no Palácio Presidencial de Luanda; reunião com autoridades políticas e civis e com o corpo diplomático angolano; encontro com jovens, no Estádio dos Coqueiros; encontro com os movimentos católicos para a promoção da mulher e cerimônia de despedida – também no aeroporto internacional –, dentre outras atividades.
Dando início aos preparativos para a presença do pontífice no país, o programa ‘Revista África’ mostrará, no próximo sábado, dia 14, os principais locais que representam a religiosidade do povo angolano e as expectativas para a visita do Papa ao continente africano – além de Angola, ele também passará pela África do Sul e Camarões.
As informações são da assessoria de imprensa da TV Globo Internacional
Comentários do X:
- Se quando o presidente José Eduardo desloca-se por Luanda é aquele caos, o que não serão esses quatro dias na capital da República d' Angola, meu Deus?
- O Papa terá coragem, depois de ver África e suas tragédias, especialmente a Aids, de continuar proibindo o uso da camisinha?
- Até que ponto uma visita como essa projeta a verdadeira imagem de Angola ao redor do mundo?
- Luanda ganhará algum reparo urbano que depois será usufruído pela populacão?
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Atendimento aos leitores e uma pergunta
O J., que está prestes a vir para Angola, pergunta sobre cuidados a tomar com a Malária.
Caro J., eu não sou médico e portanto não posso receitar nada a ninguém, mas posso contribuir com a minha experiência. A primeira coisa que lhe pergunto é: quanto tempo vai ficar em Angola? Se for um período longo, (mais de três meses) eu lhe diria para NÃO tomar profilaxia. Os danos que o uso prolongado dessas drogas podem causar ao seu organismo são maiores do que os de uma eventual malária que talvez você nunca pegue. Além disso, a malária não é um bicho de sete cabeças como pensamos no Brasil. Se você tratá-la rapidamente e com bons medicamentos, fica curado em três dias e sem seqüelas. Se for um período curto, você pode considerar tomar a profilaxia, mas nesse caso é melhor se informar sobre outras drogas menos lesivas. O Mephaquim tem efeitos colaterais horríveis, principalmente alucinações durante o sono. Eu passei três meses na África em 2005 e tomei uma profilaxia (já nem me lembro qual), mas se fosse hoje, com a experiência que tenho agora, não teria tomado. O melhor contra a malária é a prevenção. Compre um bom mosquiteiro tratado e instale sobre a cama. Evite se expor no início da manhã e no fim da tarde, horários em que o mosquito mais ataca. Se for para a rua nesses horários, use repelente. Eu passei um ano em Angola com essas medidas e não peguei paludismo.
A professora Damiana Brito pergunta sobre o livro "Bom dia, camaradas", do Ondjak.
Professora, eu não li esse livro específico, mas coloco aqui a sua dúvida para que outros leitores que por ventura o tenham feito possam contribuir com opiniões. Em março estarei de volta ao Brasil e, se for do seu interesse, estou a disposição para um encontro com os seus alunos onde poderia contribuir com um pouco da minha experiência sobre Angola. Se lhe interessar, me escreva com os seus contatos e tentamos combinar por e-mail.
Amigos nos perguntam por e-mail: Por onde andam o F. e a P.?
Nós já saímos de Angola, amigos. Estamos neste momento em Delhi, na Índia, onde a conexão com a internet nem sempre tem sido muito fácil. Daí a ausência deste espaço. Agora, a pergunta a todos os leitores que por aqui passam: vocês se interessariam por ler algumas histórias da Índia?
Respondam à enquete na barra lateral. Se a maioria se interessar, posso publicar algumas coisas aqui nos próximos dias.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
O anjo do Paludismo
Depois do jantar, a dor aumentou. Mas em velocidade e intensidade inéditas. Tentei deitar, a dor piorou. Fiquei sentado na cama, comecei a sentir a pele arrepiar, o estômago a enjoar. Quis vomitar, mas não consegui.
Como todo expatriado está para o diabo assim como a malária está para a cruz, já logo achei que havia recebido a visita do anjo do paludismo. Crença nem tão infundada, haja vista que o Miramar tem mosquito que baste e, devo confessar, sou bem descuidado com isso.
Odeio o cheiro dos repelentes, a consistência, a ardência que provocam na pele e a sensação de estar todo melado depois de usá-los. Entendo perfeitamente o asco dos pobres seres alados quando se deparam com uma pele pálida de expatriado cheia dessa gosma. Melhor passar longe.
Bom, lá fui eu bater à clinica no meio da noite requisitando uma gota espessa. Não custa nada, só 1400 kwanzas (19 dólares). Exagero? Atire a primeira pedra o expatriado com mais de seis meses em Angola que nunca fez um desses para descobrir que tinha uma gripe. É mesmo assim. O terror que os estrangeiros têm da malária a transforma na suspeita número 1 para todo tipo de enfermidade, de espinhela caída à unha encravada.
No meu caso, posso dizer orgulhoso, é a segunda vez que faço o exame em nove meses. Mas isso porque eu sou relaxado, tenho convicção de que passarei por Angola sem viver a experiência das febres terçãs. Mas conheço expatriado que faz um teste por mês, em média, e sempre sai do hospital com o bolso cheio de Coartem, por via das dúvidas.
Na hora que leva para o sair o resultado, já comecei a me sentir melhor. A dor diminuiu enquanto eu dava umas boas risadas com o Casseta&Planeta da semana passada (sim, aqui passa com uma semana de atraso), o sono bateu e, quando a P. ligou para a clínica para saber o resultado, eu já estava quase dormindo.
Claro que não era paludismo. E peguei num sono profundo sem saber, afinal, que raio de surto foi aquele.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O que é que África tem?
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Semana de TV na Casa de Luanda - III
Para quem está chegando agora, vale lembrar: estes filmes foram feitos por mim no Quênia para a TV Estado.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Semana de TV na Casa de Luanda - II
Esta reportagem foi feita na véspera da eleição nos Estados Unidos, na porta da casa de Sarah Obama, a avó emprestada de Barack Obama. Sarah, claro, estava recolhida, mas a porta da casa estava fervendo de gente.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Semana de TV na Casa de Luanda
Os três filmes que serão apresentados foram feitos no Quênia, na primeira semana de novembro, quando Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos. A idéia era mostrar como a família africana do novo chefe do mundo estava acompanhando a eleição.
Estas vídeo-reportagens foram realizadas por mim, originalmente para a TV Estado, do site Estadão.com.br, no Brasil. Alguns dos nossos leitores já devem tê-los visto por lá.
Este que segue foi o primeiro filme que fiz, no dia 2 de novembro, assim que cheguei a Kisumu.
Fazendo história no Congo
A riqueza do relato me fez lembrar os melhores momentos de Ryszard Kapuściński em "A Guerra do Futebol" e "Another Day of Life".
Não é apenas uma excelente cobertura jornalística do conflito no Congo. O que A. está fazendo por lá é história.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Encontro com Mumuílas
A área urbana é pouco mais do que uma cidade pendurada numa estrada, embora já existam por ali algumas casas novas, vistosas, sedes de direções municipais. Mas aí esticamos até Havailo, uma comunidade rural cerca de oito quilômetros a frente. E foi lá que as encontrei, as mulheres da tribo dos Mumuílas.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Luanda fica no Quênia


Essas duas fotos são de uma cidade chamada Luanda, só que no extremo Oeste do Quênia, quase na fronteira com Uganda.
Como uma sina, Luanda estava no meu caminho todos os dias, entre Kisumu (a cidade onde eu estava hospedado) e Kogelo (a vila onde mora a avó emprestada do presidente eleito dos Estados Unidos).
Por isso o meu longo silêncio nesta Casa, ao longo desta semana. Eu até gostaria de contar algumas histórias dessa aventura, mas como a Casa é de Luanda, eu preciso pedir autorização aos demais moradores - e também aos leitores - para fugir do tema.
Vocês me autorizam?
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Sim, nós podemos
Mas o que o novo presidente-eleito dos Estados Unidos representa para Angola?
Com seu slogan de campanha ("Yes, we can!"), Obama já conseguiu, antes mesmo de começar a governar, a incrível façanha de convencer as pessoas de que "sim, elas podem". E convenceu pessoas-chave:
-Os negros (americanos e não americanos), de que é possível um mundo onde as cores se misturam e pesam o mesmo na balança das oportunidades;
-Os jovens, de que política é coisa deles sim, e que há um mundo inteiro esperando por eles pra ser mudado.
-Os idealistas, de que sua batalha não está vencida e que a democracia nem sempre serve aos interesses dos poderosos;
-E finalmente a África, que pela primeira se vê representada nos genes e nas preocupações de um presidente americano, de que o continente tem tudo para deixar de ser o patinho feio do mundo.
Obama me emocionou com seu discurso dessa madrugada. Lembrou-nos de como um país deve ir muito além de uma coletividade de individuos. Deve ser uma unidade de pessoas que olham umas para as outras. Lembrou que temos histórias diferentes, mas um mesmo destino. Que enquanto respiramos, temos esperança.
E, principalmente, convocou os americanos e o mundo para um novo espirito de trabalho, baseado na responsabilidade, nas alianças, na esperança, na liberdade e na paz. Espero que o discurso ecoe em Angola, pois este país precisa como ninguém de todos esses valores.
Repito sua pergunta: Que mudanças veremos daqui a 100 anos?
E parafraseio também sua resposta: Cada um de nós é responsável por cada uma dessas mudanças, a cada dia, em cada ato.
Posso ser idealista, mas ainda acredito que a arma mais poderosa que temos é o BOM EXEMPLO. E é de exemplos como Obama que o mundo mais precisa neste momento.
