Redutor de gás. Ou coisinho do gás. Ou click. Ou tampinha da garrafa. Mais umas voltinhas e inventava mais uns nomes. Horas e horas à procura de um destes espécimes nesta rua, que é Luanda. Ninguém sabe. Ou melhor, fazem sempre que sabem mas na realidade, inventam. Dizem que "lá no quê" ou nos miúdos da rua, eu encontro. Ou nas bombas, onde se vendem as garrafas. Mas nada. Houve nesse dia um esqueminha para me tramar a vida. Os miúdos da rua, ficaram todos em casa. Nas bombas, circulou a informação de que, se eu lá fosse comprar o redutor, não havia. E mandavam para a próxima. Dois dias depois, o redutor apareceu-me nas mãos. De onde veio, não sei. Onde se compra, muito menos. Dizem-me que no Roque Santeiro mas, tenho para mim que é uma grande treta. Mito urbano. Sei que, naquele dia foi Natal. Em Luanda, o Pai Natal, põe redutores no sapatinho. Neste caso, na garrafa.
A história desconhecida do meu pé esquerdo
Há 7 horas
6 comentários:
Da próxima vez eu mando um redutor daqui. O problema é que tem vários modelos :)
É o problema que estamos com ele. Se fosse só o redutor, os angolanos eram o povo mais feliz do mundo. Paciência é o nosso nome.
Dia desses conto sobre minhas voltas com uma empresa pra receber uma máquina de lavar roupas pela qual paguei a vista... E isso aqui em São Paulo, que todos consideram o lugar mais organizado do Brasil!
Olá compadre, tudo certo? Lembrei de vcs outro dia. Vou aproveitar aqui para me reabastecer de notícias de vcs. Grande abraço
Gente!
O que é um redutor de gás?
Adoro vir aqui!
Bjs.
Olá. Sou redator-chefe da revista virtual Denguemag.com, lançada este mês. Estamos montando uma rede de blogs com o perfil do Casa de Luanda. Queremos saber como é a vida em países como Angola, Moçambique, Cabo Verde etc. Gostaria de saber se vcs aceitariam hospedar este blog no site da revista.
Obrigado!
Abraços.
João Rocha Lima
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