quinta-feira, 12 de março de 2009

Era uma vez, num reino muito distante...

A mochila horrorosa da CVC repousa nas areias da Barra do Dande: de quem é essa excrescência?

Olha, é o seguinte. Nem eu mesmo estou agoentando mais ler os meus textos nesse blog. 
Mesmo já tendo me despedido desse espaço diversas vezes (a bolsa horrorosa da CVC da foto não é minha!), continuo escrevendo algumas coisas sobre Angola, assim, de lembrança, ou que é notícia por aqui. Mas eu acho que os outros moradores estão muito preguiçosos e deveriam fazer a mesma coisa. Não sei como anda a audiência do blog - que, modéstia à parte, é um jornalão muito bem feito e caminha para o Pullitzer - mas deve ter caído de janeiro para cá por causa desse "abandono" e eu "gostava imenso" de ler o que se passa com a Flavia, a Migas, a Menina, o Fernando Baião, o F. e a P., enfim, "toda a gente" que mora nesta Casa, para além dos que vão chegando. Penso nos leitores que todos os dias entram aqui em busca de novidade e não acham. Não vale dizer que o fato de não estar mais em Luanda não inspira relatos ou publicação de velhas fotos. Tampouco achar que é saudosismo bobo deste datilógrafo ficar dando as caras por aqui. Eu não tenho saudades de nada, só daquilo que ainda não vivi. 
Aos teclados, senhores e senhoras!

9 comentários:

Anônimo disse...

X.,

Saudosismo barato! Gente! A mochila da CVC não é minha não, mas agora fiquei com medo! Só me faltava essa. CVC em Angola, para destruir com seu bando de turistas relapsos as lindas paisagens do país virgem! CRUZES! E mais, já que cansou desse blog, escreva em outro...hehe.. abraços saudosos, AM

Menina de Angola disse...

ai ai ai que puxão de orelha!!! Eu escrevi outro dia... mas tudo bem, vou te contar do meu dia das mulheres em Ambriz, rs

Guenta ai...

rs

bj

zé maia disse...

Qual o problema da mochula? É Daslu Homem.

F. disse...

X., você está com toda a razão. Eu também tenho escrito pouco, mas estou ensaiando me despedir de vez mesmo... Quanto à audiência, bem, esta, inexplicavelmente, aumentou absurdamente. Março começou em ritmo acelerado, apontando para obter a segunda melhor marca histórica de visitações e pageviews da históriad a Casa. A melhor, até hoje, é a de novembro, quando a Deutsche Welle havia nos indicado para o prêmio deles. Naquele mês, tivemos 8 mil visitas, com 14 mil pageviews. Este mês, se continuar no ritmo dos primeiros 10 dias, vai bater em 7 mil visitas com 12 mi pageviews. Vai entender...

X disse...

Tão a ver como a gente não pode deixar a Casa de Luanda morrer de inanição? Uma historinha aqui, uma fofoquinha ali, um dadozinho acolá, uma conversa de pé de ouvido...tudo isso rende post.

Anônimo disse...

ah F., não te despede de vez não...
please!!!

fbaião disse...

Ainda tou vivo, mas outros problemas mais altos se alevantam, para não ter tempo para uma visitinha à Casa.O Papa devia ter juizo, quando pensou visitar Angola, não só vai piorar o trânsito infernal, como não vai conseguir limpar as almas dos aflitos nem as consciências dos mais ricos. As elites vão se benzer mais vezes,pedindo que o preço do petróleo aumente e as senhoras chiques da Europa e das Américas,voltem a comprar os diamantes. Os pobres de Angola, cada vez acreditam menos na religião católica, que continua muito longe da época actual, a mentalidade da idade média e as teias de aranha ainda não abandonaram que "manda" nessa igreja. Penso que ainda estão com saudades da Inquisição. Amen

Anônimo disse...

olá FBaião! Que bom que vc voltou.
E então quando é que nos brinda com um dos seus deliciosos textos?
Eu sabia que o FBaião não tinha "mudado" de Casa; assim, sem mais nem menos, sem se despedir nem nada, nã! nã! nã! Nunca faria isso.
Vá lá! Um textozinho daqueles que, com a sua veia humorística, nos deixa todos a rir à gargalhada...

Daqui d'Angola,
um abraço
Fátima

fbaião disse...

Estamos juntos Fató. Agora ainda vou a S.Paulo amanhã, até ao dia 21 de Março.Vou estar no Hotel Fasano, para os amigos que estejam já no Brasil e naquela grande e linda cidade, me e eu os conhecer tête à tête. Prometo voltar à casa mais vezes.
Kandandu forte