
E então, coincidentemente, surgiram espalhados pela cidade centenas de cartazes como esse, com excertos de discursos do presidente. Quem achar que estou exagerando, pode fazer uma visita ao Aerograma, onde o companheiro Afonso Loureiro mostra melhor a decoração zéduardiana de Luanda.
2 comentários:
Você nunca exagera, como já referi noutro sítio, se José Eduardo dos Santos não fosse candidato, p'ra quê, tantos cartazes?
F., o buraco é mais embaixo. A fofoca agora é que as eleições presidenciais serão indiretas, via Parlamento, como na África do Sul. O Mais Velho já falou sobre essa opção num discurso recente (o que foi interpretado por muitos como um sinal de que ele já tomou a decisão). Acho bem possível.
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